terça-feira, 12 de julho de 2011

Quantos Pontos Você Têm?

Um homem morre e vai para o céu. Quase. Em frente aos imensos e imponentes portões dourados é recepcionado por S. Pedro.


- São Pedro?! – diz o homem admirado; que alegria de te conhecer! Mas, diga-me, que mais preciso para entrar por estas portas?

São Pedro desconfia, e começa a explicar:

- Ninguém pode passar por estas portas se tiver qualquer dívida com Deus; significa que você precisa atingir 100 pontos para entrar... Se você atingir os 100 pontos, sua divida estará paga, e você entra...

- Beleza! Eu frequentei a Igreja todos os Domingos!

- Muito bom; isso vale dois pontos! Algo mais a dizer?

- Humm... Todos os meses entreguei 10% de toda minha renda para a Igreja!

- Bom! Muito bom! Mais dois pontos...

- Legal, né? – empolga-se o homem; eu até coloquei um diploma de dizimista na parede da sala!

- Diploma de dizimista? – admira S. Pedro; bem, isso vai te custar menos 10 pontos; agora você deve 106!

- E que tal isso – insiste o homem; ajudei os pobres, preguei em presídios e escrevi no Genizah!

- Admirável! Dois pontos por cada, agora você só deve o que sempre deveu: 100!

- E eu também fui batistão renovado reformado sublapsariano a vida toda! “Agora eu viro esse jogo”, pensa confiante.

- Que isso tem haver? - pergunta São Pedro, que minutos antes havia aberto os portais a um pentecostal que só sabia assinar o nome e citar S. João 3.16.

- E o senhor por acaso conhece alguma tradição cristão melhor?

- Humm... Veja, isso vai te custar menos 100 pontos, agora você deve o dobro!

- Menos 100 pontos?! Mas assim não dá São Pedro! – desespera-se o homem; desse jeito a única forma de eu passar por estas portas será pela Graça de Deus!

São Pedro abre um sorriso e comenta:

- Porque você não disse logo? Pode entrar!

“E o Deus de toda a Graça, que em Cristo Jesus vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes padecido um pouco, ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá!” (I Pedro 5.10).

“Cheguemos, pois, com confiança ao trono da Graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno!” (Hebreus 4.16).

“Veio, porém, a Lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a Graça!” (Romanos 5.20).

“Porque pela Graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus!” (Efésios 2.8).
“Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo, que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo, nosso Salvador, para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros, segundo a esperança da vida eterna!” (Tito 3.5-7).


Marcelo Lemos, falando de Graça no Genizah!


Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/#ixzz1RurLtN1o
Fonte: site Genizah 

quinta-feira, 24 de março de 2011

Elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância d comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca. É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. Oferece flores é sempre elegante.

É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras".

Se os amigos não merecem certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. E, detalhe: não é frescura. É a elegância do comportamento.

Adaptação de texto extraído do Livro: “Educação enferruja por falta de uso” do pintor francês, Henri Toulouse Lautrec (1864-1901).

terça-feira, 22 de março de 2011

Objetivo desde blog

Quero postar aqui curiosidades, poemas, textos para reflexão e tudo mais que for achando de interessante  no passar dos dias. Espero contar com os comentários para melhorar o Blog e aprender com a troca de opiniões.
Obrigada por estar aqui!
Ludhellen